Senac

Rio Grande do Sul

Artigo

Profissão Design

por Juliano Vinicius Knevitz - Professor do Senac Taquara

Os setores onde o designer atua são amplamente difundidos. Para cada produto desenvolvido na sociedade em geral, um ou mais designers passaram pelo processo. Ele é um projetista, participando diretamente e/ou indiretamente do que você vê, toca ou escuta. Então quais áreas abrangem esta profissão?

        Quem escolher este caminho, precisa:

  • Ter a mente aberta e principalmente focada na resolução do seu trabalho, seja individual ou por demanda, além de ser muito flexível, pois nem todos os projetos serão aprovados pelos respectivos clientes.

 

  • Motivação é essencial, para manter-se focado. Na hora em que recebemos o briefing, por mais desafiador que seja, utilizar toda a bagagem cultural, bom senso, habilidades, competências e ferramentas disponíveis para cumprir com o prazo e resolver o briefing.

 

  • Uma habilidade muito original e significativa é a criatividade. Por meio dela que encontramos soluções para os problemas e criamos quaisquer resoluções gráficas. Então quem não tem criatividade não pode ser designer? Errado. Na verdade, a habilidade de criar ou usar o conhecimento existente para resolver alguma situação, pode ser treinada. Um exercício simples de criatividades é pegar um objeto qualquer do cotidiano como uma caneta, por exemplo, e pensar de cinco a dez funções diferentes de usabilidade da caneta sem ser o objetivo base do objeto, neste caso escrever.

 

  • Por fim e não menos importante, são as competências técnicas, ou seja, o domínio pleno ou funcional das ferramentas do design. Aqui quanto mais ferramentas dominar, mais áreas de atuação o designer terá abrangência. Por isso é importante ter foco e saber escolher qual segmento dentro do design você quer seguir.

Quais segmentos o mercado atual carece ou está em expansão?

        Seguindo as linhas criativas, temos duas grandes áreas principais que são o Design Gráfico e o Digital. Ambos têm como características criar materiais gráficos tanto para impressos quanto para mídias digitais e é aqui onde se encontram as profissões diversas e carentes no mercado de trabalho, tanto formal quanto informal.

Temos como exemplos digitais: os designers de interiores, games, aplicativos, motion design, animador e modelador 3D e 2D, projetista industrial, UX e UI design. Nas profissões acima, algumas são pouco conhecidas, seja por falta de incentivo, falta de cursos, ou empresas que trabalhem e desenvolvam projetos envolvendo estas áreas. Isso, também, se deve ao fato dos polos tecnológicos estarem centralizados nas capitais e regiões próximas.

        Como dois bons exemplos temos: UX design (Experiência do Usuário), responsável por toda a experiência que o usuário vive dentro de um produto digital/tecnológico. Ele estuda a fundo o público para criar projetos de fácil usabilidade e também possui alta demanda de mercado nos grandes polos.

Nosso segundo exemplo é o Ui design (Interface do Usuário), sua função é criar o visual perfeito, entendendo as necessidade e funcionalidades de cada projeto. Ele deve ter em suas competências um nível alto de autocrítica e é o cara que escolhe as cores das coisas que você conhece, tanto física quanto digital.

Outros dois exemplos que não posso deixar de comentar, e que estão em ascensão no mundo todo, são os designers de aplicativos e games. Aqui temos uma gama gigantesca de competências individuais dos profissionais. Eles precisam mesclar UX, UI e, também, conhecimentos voltados à programação. Sim, você leu certo, um designer que programa e desenvolve. Claro que grandes agências se propõem e ter um profissional de cada setor tanto de programação quanto artísticos, porém dependendo da região em que você vive, trabalhar para estas empresas é concorrido demais e se você quiser iniciar um negócio por conta, precisará ter muito preparo e conhecer todas as diretrizes de projetos digitais e tecnológicos dos processos da sua nova empresa.

Tanto games, quanto as outras áreas, precisam e dependem das formações adequadas de seus colaboradores. Tudo começa pela identificação da área no qual deseja seguir, se você desenha ou não, se gosta de informática ou desenho envolvendo computação, ou apenas informática. Após a identificação devem-se formar as competências, por meio de cursos que o qualifiquem para cada função. Quanto mais formações um designer tiver, mais completo ele se torna, além da experiência e bagagem cultural própria sendo pré-existentes ou adquiridas com o trabalho.     

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